Presidente e relator da CPI do MST podem ser investigados por violência política de gênero

O Ministério Público Eleitoral, ligado ao Ministério Público Federal, pediu que a Procuradora-Geral da República (PGR) investigue o possível episódio de violência política de gênero sofrido pela deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP). A informação foi publicada pela coluna Universa, do portal de notícias UOL.   O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito do Movimento dos…

O Ministério Público Eleitoral, ligado ao Ministério Público Federal, pediu que a Procuradora-Geral da República (PGR) investigue o possível episódio de violência política de gênero sofrido pela deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP). A informação foi publicada pela coluna Universa, do portal de notícias UOL.  

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (CPI do MST), o tenente-coronel Zucco (Republicanos-RS), e o relator, Ricardo Salles (PL-SP), desligaram o microfone da parlamentar durante suas falas na CPI.

“A figura de uma mulher jovem de esquerda, que fala o que eles não querem ouvir, os deixa muito nervosos. Mas sou uma parlamentar, fui eleita”, disse a deputada.

Com informações do 247.

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