Em decisão conjunta, segundo O Globo, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o governador do estado, Cláudio Castro confirmaram ontem a realização do desafile das escolas de samba na Sapucaí no Carnaval.
O trabalho nos barracões das escolas está em estágio avançado e todos os ingressos para frisas e camarotes já foram vendidos.
A decisão sobre os blocos de rua, porém, tem prazo até 14 de janeiro para ser tomada.
Eduardo Paes publicou ontem em seu perfil numa rede social que “o carnaval da Sapucaí é algo garantido”.
De acordo com o prefeito, as autorizações para a folia do próximo ano devem levar em consideração a possibilidade das regras sanitárias contra a Covid-19 serem mantidas.
Com isso, segundo diz, a decisão sobre os blocos de rua precisa passar por uma análise mais detalhada.
Paes enumera três tipos de eventos. O primeiro sendo os bailes em ambientes fechados, onde diz ser possível ter a cobrança do passaporte de vacinação e/ou testes para o público, exigências comuns em outros momentos da pandemia de coronavírus que apresentou resultado, mas acompanhado de uma parcela de descumprimento.
Já sobre o carnaval de rua, com blocos que arrastam multidões, o prefeito disse que se trata de um ambiente onde não é possível haver a cobrança de exigências, como o passaporte da vacina. A folia popular então “requer uma análise ainda mais detalhada”, afirmou na publicação.
Ao falar dos desfiles na Marquês de Sapucaí, o prefeito compara a realização do evento com a abertura dos estádios de futebol ao público.
“Havendo a possibilidade, como há nesse momento e acontece semanalmente, de realização de jogos de futebol com os controles já previstos nas normas estabelecidas pela prefeitura, não há qualquer motivo para não garantimos que o carnaval da Marquês de Sapucaí será realizado”, escreveu.
Segundo ele, o carnaval na “Sapucaí exige uma preparação com muita antecedência”, como no repasse de recursos para as escolas de samba.






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