Os quatro policiais mortos durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, na terça-feira (29), serão homenageados pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com a Medalha Tiradentes post mortem, a mais alta honraria concedida pelo Parlamento fluminense.
A iniciativa partiu do deputado Marcelo Dino (União Brasil), que propôs o reconhecimento póstumo aos agentes que perderam a vida durante a ação.
Os homenageados são Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, e Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, ambos da Polícia Civil; além de Cleiton Serafim Gonçalves, de 40 anos, e Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, integrantes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
A medalha reconhece serviços prestados à sociedade fluminense e é tradicionalmente concedida a personalidades que se destacam pela dedicação à segurança pública, à vida comunitária e ao interesse público.
Balanço da operação
A operação que motivou a homenagem mobilizou cerca de 2,5 mil agentes das forças de segurança e resultou em 121 mortes. Durante a ação, 113 pessoas foram presas e 10 adolescentes apreendidos. As equipes apreenderam 118 armas, entre elas 91 fuzis, 26 pistolas e um revólver, além de 14 artefatos explosivos.
A decisão de conceder a Medalha Tiradentes aos policiais mortos busca reconhecer o trabalho desempenhado nas ações de combate ao crime organizado e prestar solidariedade às famílias das vítimas.






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