A parceria entre a Polícia Militar e a prefeitura do Rio vai permitir que a corporação use as câmeras do Centro de Operações Rio (COR) na Lapa para identificar criminosos com reconhecimento facial. O sistema, que já está em funcionamento em treze das 21 câmeras na região, envia um alerta para a PM quando localiza alguém com pendências judiciais.
A medida faz parte da expansão do videomonitoramento urbano iniciado no réveillon de 2023, que custou R$ 18 milhões ao governo do estado. O objetivo é prevenir a criminalidade e aumentar a segurança da população na área que é um dos cartões postais do Rio de Janeiro e palco de eventos culturais.
Segundo o coronel Luiz Henrique Pires, a área é um ponto importante por ter grande circulação de pessoas, principalmente aos fins de semana.
“Os nossos policiais atuarão de maneira assertiva, aumentando a segurança dos moradores e frequentadores do bairro. Esse é um importante passo na ampliação do sistema de videomonitoramento em nossa cidade”, destaca o secretário da Polícia Militar.
No início do ano, o sistema foi testado no réveillon, em Copacabana e, posteriormente, a PM anunciou que pretende usá-lo no entorno do Sambódomo no carnaval. Alguns erros de sistema, entretanto, já ocorreram e pessoas detidas tiveram que ser soltas – em vários dos casos o mandado de prisão pelo qual era foi reconhecida já não eram mais válidos.
Para tentar minimizar o problema, no dia 5 de janeiro, a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro informou que pretendia ampliar o bando de dados usado para identificar suspeitos.
Com informações do g1





