A Polícia Civil identificou, hoje, três PMs envolvidos na tortura de dois homens suspeitos de furtar pacotes de picanha de um supermercado em Canoas.
As informações são do G1.
De acordo com a polícia, os suspeitos são dois policiais militares da ativa e um aposentado. Não foram divulgados os nomes deles.
A confirmação de que os suspeitos são PMs veio depois que dois dos seguranças se apresentaram à polícia para depoimento nesta manhã. O delegado responsável pelo caso, Robertho Peternelli, informou que tem elementos pra indiciar os sete envolvidos por tortura.
O envolvimento de policiais era investigado desde o início do caso. Segundo as investigações, uma das vítimas contou à polícia que durante as agressões os homens teriam tido acesso a sua ficha policial.
Ontem, após a divulgação das imagens da tortura, a Corregedoria da Brigada Militar havia aberto uma investigação para apurar o envolvimento de PMs.
Com isso, todas as pessoas que aparecem nas imagens de câmeras de segurança que flagraram as agressões foram identificadas.
São cinco seguranças da empresa de vigilância patrimonial Glock — entre eles, três policiais militares que trabalhavam como seguranças do local — e dois funcionários do supermercado, o gerente Adriano Dias e o subgerente Jairo da Veiga.





