PM é atacado a tiros ao deixar batalhão em Bangu

A 34ª DP (Bangu) investiga se foi uma tentativa de execução

O sargento da Polícia Militar Heverton Luís Ramalho Dantas foi atacado a tiros na manhã desta terça-feira (4), em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O caso ocorreu horas depois de um homem de 42 anos ser atingido por tiros ao sair de uma academia na mesma região. Na ocasião, um PM de folga que passava pelo local percebeu a ação e reagiu.

Segundo a Polícia Militar, o agente é lotado no 14º BPM (Bangu) e havia acabado de sair do serviço. Ele passava pela Estrada do Guandu do Sena quando acabou cercado por criminosos armados de fuzis, que atacaram e fugiram em seguida.

Ferido, o militar foi levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Seu estado de saúde é grave, segundo a unidade.

A 34ª DP (Bangu) investiga se foi uma tentativa de execução.

Câmera registra ataque na Avenida Brasil

Imagens de uma câmera de segurança registrou o momento em que a vítima de 42 anos deixa a academia e segue em direção ao carro.

Momentos depois, dois homens em uma moto se aproxima. Um deles salta do veículo e dispara contra o homem, que tenta se proteger no carro.

Assista o vídeo

O ataque aconteceu na Avenida Brasil, nesta segunda-feira (3), na altura da área conhecida como Cancela Preta. Um policial militar de folga que passava pela via percebeu a ação e reagiu, atirando contra os criminosos. A dupla, no entanto, conseguiu fugir.

A vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Não há informações sobre o estado de saúde.

O caso é investigado pela 34ª DP (Bangu). “Agentes analisam imagens de câmeras de segurança e realizam outras diligências para apurar a autoria do crime”, diz a nota.

Dados de roubo caem

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), o número de roubos a pessoas em Bangu apresentou queda em 2025.

Entre janeiro e setembro do ano passado, foram registrados 746 casos, enquanto no mesmo período deste ano o total caiu para 610 ocorrências, uma redução de cerca de 18%.

Mesmo com a diminuição, moradores relatam que a sensação de insegurança permanece alta na região. Nas redes sociais, comentários comprovam o medo.

“Não dá mais para sair de casa”, comentou uma moradora. “Eu estava chegando na academia. Fiquei apavorada”.

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