Rodrigo Vilela
O nome do deputado Pedro Paulo (PSD) tem ganhado força para concorrer a uma vaga ao Senado, pelo campo de centro-esquerda, nas eleições deste ano. No palanque de Eduardo Paes e Lula, é certo até o momento apenas que a deputada Benedita da Silva (PT) ocupará uma das vagas à Casa Alta do Congresso. A indefinição do Republicanos, que flerta com um caminho independentemente nas eleições do Rio, abre o caminho para que Pedro Paulo viabilize seu nome.
Antes distante da vaga, o dirigente do PSD fluminense se vê mais forte, diante do fato de o partido ligado à Igreja Universal não ter fechado questão junto a Eduardo Paes. Até o momento, o Republicanos tem como pré-candidatos ao Senado o ex-prefeito de Belford Roxo Waguinho e o deputado Marcelo Crivella.
No Palácio do Planalto não há qualquer resistência ao nome de Pedro Paulo, visto como peça fundamental nos planos de Lula no Rio.
Caso ocupe a segunda vaga, Pedro Paulo se beneficiaria pelos palanques firmados no estado e pela nominata formada por ele próprio para o PSD local. A aliados, o parlamentar não nega a vontade de ocupar o posto.
Nos bastidores, até o momento, ainda há a vontade de atrair o Republicanos. A aliança permitiria mais palanques no interior, além de um maior tempo de TV e rádio e entrada em igrejas evangélicas. A avaliação interna do Republicanos aponta que Crivella teria poucas chances de ser eleito para o Senado, devido aos índices de rejeição acumulados durante o período em que ocupou a prefeitura. Já Waguinho, muito associado a Lula, teria dificuldades para cativar um eleitorado conservador e de Centro.






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