Paulo Pimenta quer convênio entre TVs públicas do Brasil e da Argentina

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), Paulo Pimenta, afirmou nesta sexta-feira (20), em entrevista ao 247, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende fazer um convênio com a Argentina, governada por Alberto Fernández, para investimentos em comunicação pública. “Quero fazer o primeiro convênio da TV pública…

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), Paulo Pimenta, afirmou nesta sexta-feira (20), em entrevista ao 247, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende fazer um convênio com a Argentina, governada por Alberto Fernández, para investimentos em comunicação pública.

“Quero fazer o primeiro convênio da TV pública brasileira fora do Brasil com a TV pública argentina. Importante para o fortalecimento da comunicação pública”, disse Pimenta. “Estou na Argentina para aprender um pouco do que eles fizeram”, acrescentou.

Dias: Lula fará decreto para cuidar de forma emergencial dos índios yanomâmi e terá o apoio das Forças Armadas

O ministro também informou que, em breve, jornalistas de canais progressistas e outros canais serão convidados para uma conversa com o presidente Lula para discutir pautas de interesse público. Segundo Pimenta, o evento deve acontecer antes do dia 10 de fevereiro, quando o ocupante do Planalto viaja para os Estados Unidos.

“Vamos convidar o mundo digital, blog, sites. O próximo café da manhã do presidente Lula será com sites progressistas. E a gente quer fazer isso antes da viagem para os Estados Unidos”.

Atos golpistas
O ministro comentou os atos golpistas que aconteceram no último dia 8 em Brasília (DF), onde bolsonaristas invadiram o Congresso, o Planalto e o Supremo Tribunal Federal.

“A gente deve tratar o episódio como um golpe que não se consumou. Devemos ter como marco para repactuar o País não a eleição, até porque o voto é secreto. O fato de alguém achar um candidato melhor que outro faz parte do processo democrático”, disse o titular da Secom.

Paulo Pimenta: chances de Bolsonaro sair ileso são mínimas

“Agora os atos exigem que as pessoas escolham de que lado queremos ficar. Pesquisas que apontaram que 93% repudiando”.

O parlamentar fez referência ao percentual publicado na pesquisa Datafolha, divulgada no último dia 11.

Mais recentes

Descubra mais sobre Agenda do Poder

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading