Orçamento de 2023: Equipe de transição reservou R$ 1 bi para Defesa e R$ 6,8 bi para salário mínimo

Em reunião na noite deste domingo (11), a equipe de transição do governo Lula pediu para o relator do Orçamento de 2023 incluir em seu parecer, a ser apresentado hoje à noite, R$ 6,8 bilhões para cobrir despesas com o reajuste do salário mínimo e mais R$ 1 bilhão para o Ministério da Defesa. Segundo o Estadão,…

Em reunião na noite deste domingo (11), a equipe de transição do governo Lula pediu para o relator do Orçamento de 2023 incluir em seu parecer, a ser apresentado hoje à noite, R$ 6,8 bilhões para cobrir despesas com o reajuste do salário mínimo e mais R$ 1 bilhão para o Ministério da Defesa.

Segundo o Estadão, pastas que deverão ser entregues a aliados, como o Turismo, também estão sendo irrigados com mais R$ 3,7 bilhões. O PSB e o PSD disputam o ministério. A Agricultura conseguiu uma suplementação de R$ 933 milhões, e a sigla mais cotada a comandar a pasta é o PSD.

As suplementações orçamentárias foram pedidas pela equipe de Lula e negociadas com o relator-geral do Orçamento, Marcelo Castro (MDB-PI). O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, quis ver e deu aval à destinação de recursos.

A Saúde, pasta que concentrará a mais parte da verba extra com a ampliação do Orçamento em R$ 145 bilhões, como prevê a PEC da Transição, com R$ 22,7 bilhões, terá recursos para cumprir uma das promessas de campanha de Simone Tebet (MDB), que apoiou Lula no 2º turno.

Foram reservados R$ 4,729 bilhões para o atendimento de média e alta complexidade, com o objetivo de zerar as filas por exames e atendimentos em decorrência da pandemia da Covid. Tebet colocou esse ponto como compromisso de Lula em troca do apoio dela. Outros R$ 2 bilhões estão previstos para as Santas Casas – alvo de compromisso do vice, Geraldo Alckmin.

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