O tenista Novak Djokovic confirmou nesta terça-feira (4) que buscará seu décimo título do Australian Open após receber uma isenção que o dispensa da obrigatoriedade de estar vacinado contra a Covid19 para jogar o torneio, a partir de 17 de janeiro.
O número 1 do mundo, no tênis, se recusa a revelar seu status em relação à vacina, e já afirmou reiteradas vezes que é contra a vacinação e não aceitaria ser imunizado. Ainda assim, participa de torneios internacionais e embarca aviões em qualquer aeroporto do mundo.
Quando o primeiro-ministro da Austrália afirmou que a vacinação é obrigatória para entrar no país, o tenista sérvio disse que, se fosse assim, não participaria do torneio que abre o Grand Slam. Agora liberado, postou um tuite em que afirma:
– Passei um tempo fantástico com meus entes queridos durante as férias e hoje estou indo para a Austrália com uma permissão de isenção. Vamos para 2022 – postou o tenista, ao lado de uma foto com sua bagagem, no aeroporto.
O torneio confirmou na sequência da publicação do atleta que o pedido dele foi aceito após um “rigoroso processo de revisão envolvendo dois painéis independentes de médicos especialistas”.
O torneio não pretende se pronunciar sobre os motivos de cada exceção.
Em abril de 2020, Djokovic declarou:
– Pessoalmente, sou contra vacinação e não gostaria de ser forçado por alguém a tomar uma vacina para poder viajar.
Ele também disse:
– Eu não sou especialista, mas quero ter a opção de escolher o que é melhor para o meu corpo – sem explicar como, não sendo especialista, pode saber o que é melhor para o corpo dele






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