O trombonista, cantor e produtor Willie Colón morreu neste sábado (21), aos 75 anos. A informação foi confirmada pela família, que publicou uma mensagem nas redes sociais do artista. A causa da morte não foi revelada.
Criado no bairro do Bronx, em Nova York, filho de imigrantes porto-riquenhos, Colón começou cedo na música. Aos 15 anos, fechou contrato com a Fania Records, selo que se tornaria símbolo da expansão da salsa pelo mundo.
Dois anos depois, ganhou projeção com o disco de estreia, “El Malo”, trabalho que abriu caminho para uma sequência de álbuns lançados ao longo das décadas de 1960 e 1970. Nesse período, participou de produções que ajudaram a consolidar a estética da salsa como gênero urbano e internacional.
Seu estilo misturava o trombone marcante com influências de jazz, rock e ritmos caribenhos, dialogando com tradições musicais de Cuba e Porto Rico. As composições também refletiam o cotidiano e os dilemas da comunidade latina nos Estados Unidos, abordando temas ligados à identidade cultural e à vida nas grandes metrópoles.
Com dezenas de discos gravados e atuação também como produtor, Willie Colón se tornou um dos nomes centrais da história da salsa e uma referência para gerações de músicos.





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