O ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a prisão preventiva de Roberto Jefferson. Ele negou o pedido da defesa para que a prisão fosse convertida em domiciliar, informa Lauro Jardim, no Globo.
Relator do caso, Moraes afirmou no despacho que “todas as questões relativas ao quadro clínico de saúde do requerente estão sendo devidamente analisadas
A decisão segue o entendimento da Procuradoria Geral da República (PGR), que se manifestou pela manutenção da preventiva do ex-deputado. Em seu parecer, Lindôra Araújo também opinou para que fosse mantida a internação do político em hospital privado no Rio de Janeiro, em caso de necessidade de acompanhamento médico.
Os advogados de Jefferson se baseavam em relatório do Hospital Samaritano que afirma que o político tem condições de alta para tratamento em casa, sob
Na manifestação, Lindôra argumentou que o restabelecimento da preventiva foi necessário diante das repetidas violações de medidas cautelares, com visitas indevidas e compartilhamento de notícias falsas sobre a atuação do STF. Acrescente que Jefferson ocultou armas em sua posse, além de montar posteriormente um “arsenal bélico”.





