Depois da reportagem publicada há dez dias na seção Zona Sul do jornal O GLOBO a respeito de uma poça d’água permanente na calçada em frente às obras do Museu da Imagem e do Som (MIS), em Copacabana, moradores do bairro procuraram a equipe para dizer que a extensão do problema é maior.
— As poças abrangem o quarteirão inteiro, desde a Rua Djalma Ulrich até a Miguel Lemos. As calçadas também são afetadas. Os bueiros estão todos entupidos, e o serviço ali deveria ir além de somente retirar o lixo deles. Isso não adianta nada — diz a moradora e síndica Alice Gonzaga.
Ela reclama pelo fato de a limpeza só ser realizada com pás e chama a atenção para um outro problema que incomoda moradores e frequentadores do bairro: o bloqueio do calçadão no trecho do museu.
— A prefeitura deveria chamar desentupidoras que usassem máquinas para desobstruir toda a galeria. Outra questão é que não podemos esperar as obras do museu ficarem prontas. Já fazem 12 anos que todo o calçadão está ocupado ali. Pedimos a retirada dos tapumes, para que o calçadão seja liberado, em vez de ser usado como banheiro, canteiro de obras e estacionamento — completa a moradora.
A Secretaria municipal de Conservação e Serviços Públicos informa que está avaliando a forma de nivelar a passagem provisória com a calçada para direcionar a água para outros bueiros e evitar o acúmulo de água. Explica que uma vistoria identificou que o problema é decorrente das obras de construção do MIS e que os responsáveis já foram notificados.
Em relação aos bueiros da Djalma Ulrich, adianta que fará uma vistoria e realizará, se necessário, a manutenção preventiva. Por fim, afirma que não é possível retirar os tapumes da calçada, uma vez que eles protegem o canteiro de obras.
Com informações de O GLOBO.
Leia mais:





