Representantes do governo do Estado do Rio, da prefeitura e da RIOgaleão — concessionária que administra o aeroporto internacional — vão se reunir com os ministros Márcio França, de Portos e Aeroportos, e Daniela Carneiro, do Turismo, e com Marcelo Freixo, presidente da Embratur, para discutir a difícil situação do Aeroporto do Galeão.
De acordo com Ancelmo Góis, de O GLOBO, na reunião de hoje, estará na pauta a tentativa de convencer a Changi, a desistir da devolução da concessão. No governo Bolsonaro, avançou o esvaziamento do Galeão, com a transferência de voos para o Santos Dumont — beneficiando, indiretamente, os aeroportos de SP.
Segundo o secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Rio, Nicola Miccione, estudos para apontar a melhor solução para os aeroportos do Rio de Janeiro podem ser concluídos em dois meses.
O Santos Dumont acabou ficando de fora da 7ª rodada de leilões de aeroportos, realizada em agosto de 2022, após o Palácio Guanabara ter articulado com o governo federal a criação de um grupo de trabalho sobre o tema, sob o argumento de que a concessão isolada do aeroporto central do Rio seria nociva à economia do estado.
Em fevereiro do ano passado, a RIOgaleão, controlada pela Changi, uma das maiores administradoras de aeroportos do mundo e com sede em Cingapura, decidiu devolver sua concessão à União. Com isso, ficou acordado que Santos Dumont e Galeão seriam leiloados de forma conjunta.





