O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) encontrou um caminho de investigações que pode confirmar que o vereador Carlos Bolsonaro cometeu crime de peculato, conhecido como rachadinha, em seu gabinete na Câmara do Rio.
De acordo com informações de Guilherme Amado, do Metrópoles, na última terça-feira (11/4), o órgão recebeu o laudo das movimentações financeiras de Carlos e 26 assessores e empresas ligadas ao vereador.
O laudo mostra que o dinheiro dos assessores percorreu um caminho que pode ser relacionado a Carlos, ou seja, o salário dos assessores pode ter sido usado para pagar despesas do filho do presidente, de familiares, ou até mesmo depositado em contas bancárias relacionadas ao vereador.
O MPRJ, contudo, ainda não consegue afirmar se houve crime ou não. Os promotores responsáveis pelo caso ainda estão fazendo a análise jurídica dos dados, que pode revelar novos personagens que participaram ou operaram o suposto esquema.





