O Ministério da Saúde inaugura, nesta terça-feira (7), o Memorial da Pandemia no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), no Rio de Janeiro. A cerimônia ocorre no Dia Mundial da Saúde e presta homenagem às mais de 700 mil vítimas da Covid-19 no Brasil.
A iniciativa marca a reabertura do espaço cultural ao público e simboliza a retomada de políticas públicas voltadas à valorização da ciência, à preservação da memória e ao enfrentamento da desinformação em saúde.
O memorial reúne diferentes elementos simbólicos e interativos, incluindo uma instalação digital com os nomes das vítimas, um monumento e uma escultura assinada por Darlan Rosa, conhecido por criar o personagem Zé Gotinha. O espaço também conta com um parquinho temático voltado ao público infantil, com foco na conscientização sobre a importância da vacinação.
Espaço une homenagem, arte e educação em saúde
Além de prestar tributo às vítimas da pandemia, o novo espaço busca promover educação em saúde por meio de experiências interativas. A proposta é atingir diferentes públicos, incluindo crianças, jovens e adultos, incentivando o acesso à informação de qualidade.
A presença de elementos lúdicos, como o parquinho temático, reforça a estratégia de comunicação voltada à vacinação, especialmente entre o público infantil, utilizando linguagem acessível e recursos educativos.
A escultura de Zé Gotinha, símbolo histórico das campanhas de imunização no Brasil, integra o conjunto artístico do memorial, fortalecendo a conexão entre memória e políticas públicas de saúde.
Ministério lança guia nacional para tratar sintomas pós-Covid no SUS
Durante o evento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também apresenta o Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid no Sistema Único de Saúde (SUS), desenvolvido em parceria com a Fiocruz.
O documento reúne orientações para profissionais e gestores sobre identificação, diagnóstico e tratamento de sintomas persistentes após a infecção por Covid-19, inclusive em casos leves.
Entre os destaques, o guia aborda manifestações que podem surgir semanas após a doença, complicações em diferentes sistemas do organismo e estabelece protocolos clínicos, exames recomendados e fluxos de atendimento na rede pública.
A publicação também traz diretrizes específicas para o cuidado de populações vulneráveis, ampliando a capacidade de resposta do SUS frente aos impactos prolongados da pandemia.





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