O candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB, Pablo Marçal, criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que ele “se curvou ao comunismo” ao apoiar o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) nas eleições municipais. Apesar disso, Marçal declarou que continuará apoiando Bolsonaro, mesmo “ele estando errado”.
“Vocês estão tentando, de alguma forma, me colocar contra o presidente. Eu não sou esse povo que se levantou contra ele. Por isso eu vou continuar apoiando ele mesmo ele estando errado. E no caso de ele se levantar contra mim, caso tenha acontecido, porque eu não vi, eu estou em paz.”
As declarações foram dadas durante uma agenda de campanha no Sinditaxi, onde Marçal também respondeu a críticas feitas pelo pastor Silas Malafaia, que pediu para os evangélicos não votarem nele.
Marçal, que participou das comemorações de 7 de Setembro na Avenida Paulista, chegou ao local após o término dos discursos e não conseguiu subir no carro de som onde estavam outros participantes. No entanto, ele minimizou a situação e negou qualquer conflito com Bolsonaro, afirmando que sua lealdade ao ex-presidente permanece intacta.
Eu não subi no palanque, mas acabei caindo nos braços do povo. Quando eu vi a resposta do povo e aquele tanto de boné; que tanto de gente vendendo boné ali”, disse Marçal.
O candidato usou uma passagem bíblica para atacar Malafaia, comparando o pastor ao personagem Eliabe, irmão de Davi, e a si mesmo como Davi enfrentando o “Golias do comunismo”. Marçal afirmou que Malafaia tentou desmoralizá-lo e rebateu as críticas de que ele teria medo do ministro Alexandre de Moraes, destacando que só teme a Deus.
Quanto à sua viagem a El Salvador, o influenciador negou que tenha sido um fiasco, como alegam seus adversários. Ele afirmou que o objetivo da viagem era conversar com líderes como o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Argentina, Javier Milei, mas não deu detalhes sobre o resultado desses encontros.
Com informações de Metrópoles





