A faixa oceânica conhecida como “Amazônia Azul” passou a ser incorporada oficialmente ao mapa do país junto às Organizações das Nações Unidas (ONU). Isso se deu após quatro anos de estudos, entre entidades como Marinha, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério da Educação (MEC) e Petrobras, com o trabalho de profissionais de diversas áreas, incluindo hidrógrafos, biólogos e oceanógrafos, foi feita a atualização do mapa do Brasil, junto à Organização das Nações Unidas (ONU). Com a mudança, o país passa a contar oficialmente com a faixa oceânica chamada “Amazônia Azul”.
“A definição da fronteira marítima da Amazônia Azul é realizada junto à Organização das Nações Unidas, em um processo extenso que envolve a interação entre os peritos da ONU e o corpo técnico de profissionais militares e civis. Todo esse processo tem como ponto de partida a aquisição de dados geológicos e geofísicos na região marítima adjacente ao Brasil.”, explica a capitã da Marinha Izabel King Jeck.
Segundo o Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (LEPLAC), o território marítimo brasileiro tem 5,7 milhões de km² e, quando somado ao terrestre, eleva a extensão do país para 14,2 milhões de km², ou seja, uma área equivalente ao Continente Antártico.
Foi através deste programa, que o Brasil solicitou reconhecimento internacional da área marítima, possibilitando a oficialização das águas jurisdicionais brasileiras pela ONU e pelas demais nações.
A atualização dos mapas oficiais já foi iniciada e estima-se que todos os livros didáticos já contem com a nova configuração territorial até 2024.
Com informações da SBT News





