Lula chega no domingo a Nova York para participar da abertura da Assembleia Geral da ONU. Por enquanto só tem uma bilateral confirmada, com o presidente dos EUA, Joe Biden
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chega neste domingo (17) a Nova York para participar da abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, cumprirá uma agenda extensa: o governo brasileiro trabalha com mais de 50 pedidos de encontros bilaterais, inclusive do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
O possível encontro com Zelensky, com quem Lula teve um desencontro durante a cúpula do G7, no Japão, em maio, não foi confirmado, segundo a agência Reuters.
No G7, Zelensky havia pedido um encontro com Lula durante a reunião de cúpula do bloco em Hiroshima. O governo brasileiro ofereceu alguns horários, com a informação de que Lula desmarcaria algum compromisso ou adiaria outros para poder encontrar com o líder ucraniano.
No horário marcado, no entanto, Zelensky não apareceu, de acordo com a diplomacia brasileira. Depois, o presidente ucraniano disse que houve uma “incompatibilidade de agendas”.
Por enquanto Lula só tem uma bilateral confirmada, com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na quarta-feira. Depois desse encontro, ambos anunciarão uma iniciativa conjunta sobre melhoria de condições de trabalho e geração de empregos.
O presidente chega a Nova York na noite de sábado, depois de passar por Cuba, onde participa do encontro do grupo G77 + China. Na noite de domingo, participará de um jantar organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).
Na terça pela manhã, Lula faz o tradicional discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, uma posição que o Brasil ocupa por tradição desde a fundação das Nações Unidas. Essa será a 8ª vez que Lula falará na abertura da Assembleia. Em seus mandatos anteriores, só não o fez em 2010, durante a campanha para eleger sua sucessora, Dilma Rousseff.
Com informações de Brasil 247 e Reuters





