Em reunião fechada com representantes dos servidores públicos do Judiciário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que, se eleito, vai articular para que a PEC 32-2020, que propõe a reforma administrativa, não seja votada em 2022.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse logo após o primeiro turno que a emenda está pronta para ir a plenário e que pretende avançar com a discussão para votá-la, o que gerou reação imediata dos servidores públicos.
Na atual versão da PEC 32, os servidores criticam especialmente as possibilidades de flexibilização da estabilidade, como a demissão em caso de extinção de cargos e por desempenho insatisfatório. Segundo eles, isso deixaria os trabalhadores expostos a pressões políticas.
Em evento da Fiesp com empresários em agosto, Lula defendeu a necessidade de uma reforma administrativa, o que indica que deverá buscar mudanças diferentes das apresentadas na PEC 32 a partir de 2023, caso seja eleito.
A noticia é da Folha online.





