A Justiça de São Paulo determinou a penhora liminar dos lucros e patrocínios do camarote Alma Rio 2026, ligado ao empresário Alvaro Garnero, conforme revelado pela coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo. A medida visa garantir o pagamento de uma dívida acumulada em R$ 21 milhões.
O espaço VIP, conhecido pelos ingressos de até R$ 7 mil e atrações internacionais, tornou-se alvo após o fundo Lhotse, credor da dívida, alegar dificuldades em encontrar ativos financeiros em nome dos envolvidos.
Entenda o caso:
- A Origem: O débito refere-se a um empréstimo do banco Brasilinvest não quitado conforme acordo firmado em 2019.
- A Penhora: Além do camarote, a decisão atinge receitas da Monteiro Aranha, empresa do grupo familiar.
- O Outro Lado: A defesa da família Garnero afirma que já ofereceu imóveis como garantia que superam o valor da dívida e que recorrerá da decisão. Os advogados negam qualquer tentativa de “blindagem patrimonial” e sustentam que a doação de ações com usufruto vitalício segue ritos legais.






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