Japão reduz alerta de tsunami, mas autoridades pedem que moradores ficam atentos para novos tremores de terra

A Agência Meteorológica do Japão reduziu para o nível mais baixo o alerta de tsunami que havia sido divulgado para a costa oeste do país nesta segunda-feira (1), em razão do forte terremoto registrado nessa madrugada. O alerta passou agora para a categoria de aviso; ainda assim, as autoridades pedem aos moradores que sigam atentos…

A Agência Meteorológica do Japão reduziu para o nível mais baixo o alerta de tsunami que havia sido divulgado para a costa oeste do país nesta segunda-feira (1), em razão do forte terremoto registrado nessa madrugada. O alerta passou agora para a categoria de aviso; ainda assim, as autoridades pedem aos moradores que sigam atentos para a ocorrência de novos tremores.

A prefeitura de Ishikawa informou que quatro pessoas morreram. A notícia foi divulgada pela TV pública NHK e pela agência de notícias Kyodo

O secretário-chefe de gabinete do governo do Japão confirmou que muitos edifícios desabaram depois do forte terremoto de magnitude 7,6 que atingiu o país nesta madrugada. Em Ishikawa, epicentro, ondas com mais de um metro de altura atingiram o continente

O tremor foi registrado a uma profundidade de apenas 10 quilômetros. Moradores de áreas de risco receberam a ordem de remoção imediata e foram orientados a buscar abrigo. Pelo menos 8.500 militares estão de prontidão para ajudar nos esforços de emergência.

Ao menos 60 tremores secundários também foram detectados depois, em menor escala. As autoridades analisam a extensão dos danos. O fenômeno destruiu rodovias, causou incêndios e interrompeu as comunicações. Vários voos foram cancelados.

Moradores feridos estão recebendo atendimento em hospitais, segundo a rede pública japonesa NHK. Duas pessoas sofreram parada cardíaca. Serviços de trem foram temporariamente suspensos. Mais de 36 mil residências ficaram sem energia. O tremor também teve impacto na Rússia e na Coreia do Sul, que emitiram alertas de remoção de moradores nas áreas costeiras.

Com informações da Band e UOL

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