Um hospital localizado na cidade de Beersheba, no sul de Israel, foi atingido nesta quinta-feira (19) por um míssil lançado a partir do Irã, segundo informações divulgadas pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) e confirmadas posteriormente pelo próprio centro médico. Há, pelo menos, 71 feridos, segundo Ministério da Saúde israelense.
O alvo foi o Soroka Medical Center, um dos principais hospitais da região. Um porta-voz da unidade afirmou que o prédio sofreu “danos extensos” em decorrência da explosão e fez um apelo à população para que evite procurar atendimento no local até nova orientação.
🇮🇷💥🇮🇱 Irã lança mais cerca de 20 mísseis contra Israel
— Sputnik Brasil (@sputnik_brasil) June 19, 2025
Bombardeios foram relatados nas áreas de Tel Aviv e Beersheba, onde foi atingido um hospital.
A agência IRNA informou que o alvo perto do hospital era o quartel de uma divisão do Exército israelense e uma instalação de… pic.twitter.com/hXwQOiWrjI
A nova ofensiva iraniana gerou pânico em diversas cidades israelenses. De acordo com o exército do país, milhões de pessoas correram para abrigos ao som das sirenes antiaéreas, que voltaram a ecoar após o lançamento de novos mísseis por Teerã.
O Irã declarou que os bombardeios continuarão com precisão e intensidade. “Os ataques com mísseis serão contínuos e orientados ao impacto, como foi o caso ontem”, anunciou o governo iraniano, alegando ter atingido sedes dos serviços de inteligência israelenses Mossad e Aman, bem como bases aéreas militares — afirmações que ainda não foram confirmadas por Israel.
As ameaças também foram reforçadas por discursos inflamados do comandante da Guarda Revolucionária. “Os mísseis estrondosos da Guarda Revolucionária não permitirão que passem um momento sequer fora de seus abrigos subterrâneos”, escreveu.
O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que Teerã “pagará o preço total” e visitou o hospital. Já o ministro da Defesa, Israel Katz, disse que o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, “não pode mais existir”.





