Governo do Rio fecha acordo para concluir estação de metrô da Gávea até 2026

Após oito anos de obras paradas, o governo do Rio fechou um acordo para concluir a estação do metrô da Gávea até 2026. Pelo que foi decidido, o Metrô Rio, concessionária que já opera as três linhas na cidade, entrará com os R$ 600 milhões necessários; em troca, ganhará dez anos a mais de concessão.…

Após oito anos de obras paradas, o governo do Rio fechou um acordo para concluir a estação do metrô da Gávea até 2026. Pelo que foi decidido, o Metrô Rio, concessionária que já opera as três linhas na cidade, entrará com os R$ 600 milhões necessários; em troca, ganhará dez anos a mais de concessão.

O acordo ainda precisa receber o sinal verde do Ministério Público do Estado do Rio e o Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Nesta quinta-feira (23), governo, Metrô Rio e Rio-Barra assinaram um protocolo de intenções para o serviço.  A Rio-Barra, que construiu a Linha 4 até a Barra da Tijuca, executaria a obra na Gávea

A previsão é que a obra dure 30 meses. Se o acordo for aprovado pelos órgãos de controle nas próximas semanas, os trabalhos serão retomados ainda este ano, terminando em meados de 2026.

A construção do caminho de trilhos que liga Ipanema, na Zona Sul, à Barra da Tijuca, na Zona Oeste, começou em 2010, 12 anos depois do contrato de concessão ter sido assinado pelo governo.

O metrô começou a circular pela linha 4 em 2016, para as Olimpíadas do Rio. Mas a extensão até a Gávea ficou para depois, e desde 2015 o rabicho da Gávea está abandonado, em meio a indícios de superfaturamento e sobrepreço.

Um estudo apontou risco de afundamento, com risco de dano muito alto na região. O canteiro da Estação Gávea tem entre os vizinhos a PUC e meia dúzia de edifícios.

Na época das obras, dois grandes buracos foram escavados, cada um com cerca de 50 metros de profundidade.

Para garantir a segurança, as paredes dos buracos ganharam uma camada de proteção, chamada pelos técnicos de concreto primário. Além disso, tirantes foram fixados para fortalecer a estrutura.

Em janeiro de 2018, segundo a concessionária, como não  decidiram encher os buracos com água para dar mais segurança. A água ajudaria a pressionar as paredes, evitando desmoronamentos.

om informações do g1

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