O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, vem promovendo uma ‘desbolsonarização’ da empresa desde que assumiu o cargo em 13 de janeiro deste ano. De lá para cá, já foram demitidos 71 funcionários, o que representa quase metade do número de trabalhadores da Agência, informa o jornal O Globo.
“Entre os que foram embora estão militares, CACs (colecionadores, atiradores e caçadores) e pessoas ligadas ao ex-ministro Gilson Machado, antecessor de Freixo no comando da agência e figura próxima de Bolsonaro, sendo presença frequente tocando sanfona nas lives do ex-presidente”, diz a reportagem de Nicolas Iory no jornal.
Além das demissões, também foram canceladas promoções efetivadas após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Contratos assinados no período entre novembro e dezembro do ano passado também foram revisados. As decisões são baseadas em uma auditoria conduzida pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU).





