Fim do auxílio emergencial vai agravar ainda mais a crise social no estado do Rio

Com a maior taxa de desemprego da região sudeste, 19,1%, o estado do Rio de Janeiro caminha para o agravamento da atual crise socioeconômica com o fim do auxílio emergencial. Hoje, 32,19 % da população fluminense são beneficiários da ajuda governamental. São 5,6 milhões de pessoas que recebem diretamente o benefício, com o atingimento total…

Com a maior taxa de desemprego da região sudeste, 19,1%, o estado do Rio de Janeiro caminha para o agravamento da atual crise socioeconômica com o fim do auxílio emergencial. Hoje, 32,19 % da população fluminense são beneficiários da ajuda governamental. São 5,6 milhões de pessoas que recebem diretamente o benefício, com o atingimento total de 17,36 milhões de fluminenses favorecidos de alguma forma pela medida social.

Os números foram apresentados pelo economista Mauro Osório, diretor da Assessoria Fiscal da Alerj, em painel sobre as consequências da pandemia no estado do Rio de Janeiro, presidido pelo presidente da Casa, André Ceciliano, na manhã desta segunda-feira, 14/12.

O debate teve a participação do secretário estadual de Saúde, Dr. Carlos Alberto Chaves de Carvalho; a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade; a secretária Extraordinária de Acompanhamento das Ações Governamentais Integradas da Covid-19, Dra. Flávia Regina Pinho Barbosa; o presidente da Associação Estadual dos Municípios do RJ (Aemerj) e prefeito de Barra do Piraí, Dr. Luiz Antônio da Silva Neves; além da deputada estadual Martha Rocha (PDT), que lidera a Comissão da Covid na Alerj, e da deputada federal Jandira Feghali.

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