Rodrigo Vilela
Fundamental na disputa pelo governo do Rio devido à sua influência, a federação PP-União observa com calma as movimentações que podem definir um nome para ocupar o mandato-tampão, eleito indiretamente, por meio da Alerj, em abril. Em uma movimentação que pode destoar da disputa nacional, na qual os partidos de Centro se mostram mais propensos a apoiar a empreitada de Flávio Bolsonaro à Presidência – ainda que em um eventual segundo turno – a federação dialoga com a campanha de
Eduardo Paes no Rio e espera uma definição do PL para escolher seu lado.
Caciques do União e do Progressistas ouvidos pela reportagem afirmam que a possibilidade de estarem com Paes não está descartada, caso não se chegue ao consenso por um nome no partido de Jair Bolsonaro para ser governador temporariamente e seguir para as urnas.
O presidente nacional do União, Antônio de Rueda, deve ser candidato a deputado federal pelo Rio nas eleições deste ano, o que geraria um quadro inusitado, caso os partidos decidam caminhar com Paes, em nível local. É que o palanque dele no estado seria o mesmo do presidente Lula.
No ano passado, Rueda ordenou a saída dos seus correligionários do governo e criticou o Palácio do Planalto por, supostamente, operar no vazamento de dados contra ele.






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