Fachin herda de Lewandowski ação em que Tacla Durán acusa Moro de extorsão

O inquérito em que Tacla Duran acusa de extorsão o senador e ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) e o deputado federal e ex-coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, agora está sob a responsabilidade do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em substituição temporária ao agora aposentado…

O inquérito em que Tacla Duran acusa de extorsão o senador e ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) e o deputado federal e ex-coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, agora está sob a responsabilidade do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em substituição temporária ao agora aposentado ministro Ricardo Lewandowski. 

Essa mudança de mãos tem gerado preocupação entre advogados e políticos, que temem que Fachin tome decisões desfavoráveis a parlamentares que se beneficiaram do trancamento de ações penais feito por Lewandowski, informou o jornal O Globo. O caso em questão trata do vazamento de mensagens do caso Vaza-Jato, que denunciou os crimes cometidos pela Lava Jato.

Em uma das diversas mensagens vazadas, Dallagnol diz a outros membros da Lava Jato: “Aha, uhu, o Fachin é nosso!”, apontando que o ministro do STF era um aliado da operação.

A reclamação da Operação Spoofing, que marca o início do declínio da Lava Jato e trata do caso, já gerou 62 pedidos de extensão. Lewandowski já trancou ações penais contra políticos como Lula, Geraldo Alckmin e Eduardo Paes, mas há recursos pendentes de análise e mais pessoas podem pedir o trancamento das ações.

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