O Exército americano identificou o terceiro membro da tripulação de um helicóptero Black Hawk que morreu na colisão com um jato comercial nos céus de Washington na semana passada como a capitã Rebecca M. Lobach, de 28 anos, natural de Durham, Carolina do Norte.
Oficiais do Exército disseram que Lobach passava por seu voo de avaliação anual, com o suboficial-chefe 2 Andrew Loyd Eaves servindo como seu avaliador. Eaves, de 39 anos, de Great Mills, Maryland, e o sargento Ryan Austin O’Hara, de 28, de Lilburn, Geórgia, também morreram no acidente.
Um avião com 64 pessoas, sendo 60 passageiros e quatro tripulantes, colidiu com o helicóptero militar, que transportava os três militares, quando se preparava para pousar no Aeroporto Nacional Ronald Reagan. As duas aeronaves caíram no rio Potomac, na noite da última quarta-feira. Não houve sobreviventes.
Na sexta-feira, o Exército americano já havia divulgado os nomes de dois aviadores homens que morreram no acidente. Mas, em uma medida extraordinária, não identificou Lobach, que era a copilota do helicóptero, citando um pedido de privacidade de sua família.
A questão da identidade de Lobach era particularmente sensível porque o presidente Donald Trump culpou a diversidade, sem mostrar quaisquer evidências, por supostamente rebaixar a segurança aérea nos EUA. Os investigadores ainda tentam determinar o que causou o acidente em Washington.
No sábado, no entanto, a família Lobach emitiu uma declaração por meio do Exército que citava as realizações e qualificações dela. Lobach, formada pelo ROTC da Universidade da Carolina do Norte, ingressou no Exército em janeiro de 2019. Ela serviu duas vezes como líder de pelotão e oficial executiva da companhia no 12º Batalhão de Aviação em Fort Belvoir, Virgínia. Com mais de 450 horas de voo, ela foi certificada como pilota em comando.
Com informações de O Globo





