Evento de verão na Casa Firjan terá shows de samba, oficinas ao ar livre e mostra sobre o Rio, a partir deste sábado, 11

Entre as atrações, a artista Natasha Falcão, indicada ao Grammy Latino de artista revelação

Deste sábado (11) a 9 de fevereiro, os fins de semana e o feriado de São Sebastião terão uma programação gratuita na Casa Firjan. Música ao vivo, artes cênicas, oficinas de inovação e criatividade e gastronomia prometem ainda mais a estação. A quinta edição do Verão na Casa transforma os jardins em um espaço de lazer, aprendizado e entretenimento.

O palco montado ao ar livre (foto do ano passado) vai receber shows de samba, indie pop, rock, blues e MPB e artistas como Natasha Falcão, indicada ao Grammy Latino de artista revelação; Josiel Konrad, trombonista que toca do funk ao jazz; Marina Íris, com samba; e Kae Guajajara, a indígena que traz a Música Popular Originária.

Os pequenos poderão aproveitar uma série de espetáculos e participar das oficinas interativas com temas como tecnologia, meio ambiente, inovação e criatividade. A gastronomia fica por conta da feira Junta Local.

A distribuição de senhas começa às 9h30 (conforme a atividade), e a programação vai das 10h às 18h30. O roteiro completo será divulgada nas redes sociais da Casa Firjan (@casafirjan).

Outra atração no local é a exposição “Paisagem em preto e branco — O Rio de Cesar Barreto”. Em cartaz até o dia 30 de março, a mostra, que também é gratuita, que promove um encontro entre o passado e futuro da cidade por meio da visão do fotógrafo Cesar Barreto.

A exposição tem duas etapas. “Rio Pictoresco” apresenta imagens do início dos anos 2000, feitas com o uso de lentes analógicas e negativos de grande formato. São paisagens cariocas exploradas de maneira intimista e que capturam a essência e a quietude de lugares que muitas vezes passam despercebidos.

Já “Rio olímpico” mostra a virada de década de 2010, quando o Rio se preparava para receber os Jogos de 2016. Barreto registrou a transformação da cidade e as grandes obras de infraestrtutura. O fotógrafo revela o Rio em transição, onde o moderno e o antigo convivem em harmonia e com tensão.

A exposição traz também um vídeo no qual o fotógrafo compartilha suas vivências e escolhas estéticas. Na entrevista, Barreto fala sobre sua trajetória na fotografia, seu fascínio pelos equipamentos analógicos, a opção pelo preto e branco e os negativos em grande formato e, claro, seu amor pelas paisagens cariocas.

— A primeira parte do trabalho partiu da minha vontade pessoal de retratar o Rio, principalmente voltado para o paisagismo, criando um documento estável que contivesse a representação paisagística clássica da cidade. Isso somou-se a uma demanda externa, que foi a segunda parte do que poderá ser visto: acompanhar a transformação da cidade para o período olímpico. As mudanças urbanas, arquitetônicas, de transporte e da vida na cidade — diz o fotógrafo.

Com informações de O Globo

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