Em julgamento que deve ir até a manhã, delegado da PF diz que réus confessos de Marielle eram amigos e faziam viagens juntos  

Segundo Élcio Queiroz, Lessa tinha vida de luxo, com uma Range Rover Evoque, uma Dodge Ram blindada e uma lancha, custeava duas casas e ainda mantinha um terreno em Angra dos Reis

Durante o julgamento de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, os assassinos confessos de Marielle Franco e Anderson Gomes, o delegado da Polícia Federal, Guilhermo Catramby, destacou os laços de amizade que uniam os ex-policiais. O depoimento acontece no 4º Tribunal do Júri do Rio, no Centro da cidade, nesta quarta-feira (30) e vai se estender até o final. A previsão é o termina ocorra nas primeiras horas da manhã.  

Catramby relatou que a relação entre Lessa e Queiroz era tão próxima que eles mantinham uma convivência familiar. O delegado também revelou que, após o crime cometido em março de 2018, Lessa e Queiroz continuaram a se encontrar, com Lessa realizando passeios com Queiroz e até fazendo uma viagem internacional para os Estados Unidos.

— Ele levou o filho de Élcio para a Disney e, depois, passaram o Carnaval em Angra dos Reis, passeando de lancha — disse o delegado.

Em 2023, Élcio já havia relatado como era a vida luxuosa que Lessa levava. Segundo ele, Ronnie tinha uma Range Rover Evoque, uma Dodge Ram blindada e uma lancha. Além disso, custeava duas casas e ainda mantinha um terreno em Angra dos Reis, na Costa Verde.

“Depois do fato, vi um acréscimo muito grande no patrimônio [dele]. Tinha a Evoque, comprou uma Dodge Ram blindada; uma lancha nova, viajou com o meu filho, depois teve a situação do terreno dele de Angra dos Reis”, contou Élcio de Queiroz.

Com informações de O Globo.

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