A oposição venezuelana afirmou que o governo de Nicolás Maduro cortou a energia na embaixada da Argentina em Caracas, onde seis representantes da oposição estavam abrigados. A campanha de María Corina Machado e Edmundo González Urrutia denunciou o ato como “intimidação e perseguição”.
Na noite anterior, a embaixada já havia sido cercada pela polícia. Em meio a essa tensão, o governo venezuelano anunciou a expulsão de diplomatas de sete países latino-americanos, incluindo a Argentina, após manifestações contra o resultado das eleições presidenciais que declararam Maduro vencedor.
Segundo relatos, mais de cem manifestantes tentaram invadir a embaixada da Argentina, onde ativistas da oposição se encontravam. A situação se acalmou após um período de gritos e batidas de panelas.
O governo venezuelano acusou diversos países de interferirem nas eleições e expressou preocupação com a possibilidade de invasão da embaixada venezuelana em Buenos Aires, onde ocorreu a votação para a eleição presidencial.
O vice-ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Rander Pena Ramirez, denunciou o governo de Javier Milei por supostas ameaças à embaixada, classificando-as como violação da Convenção de Viena e responsabilizando Milei pela segurança dos diplomatas venezuelanos.
A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, compartilhou uma foto com uma multidão em frente à embaixada venezuelana, acompanhada da ministra das Relações Exteriores, Diana Mondino, e do ministro da Defesa, Luis Petri.
Com informações de Brasil 247
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