Em audiência de custódia, juiz decide pela prisão preventiva de Brennand

O juiz Orlando Gonçalves de Castro Neto, plantonista do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, decidiu manter em prisão o empresário Thiago Brennand, investigado por diversos crimes contra mulheres. O acusado, que passou por audiência de custódia nesta manhã, foi transferido para o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros e chegou à unidade…

O juiz Orlando Gonçalves de Castro Neto, plantonista do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, decidiu manter em prisão o empresário Thiago Brennand, investigado por diversos crimes contra mulheres.

O acusado, que passou por audiência de custódia nesta manhã, foi transferido para o Centro de Detenção Provisória de Pinheiros e chegou à unidade prisional pouco antes do meio-dia.

Brennand, acusado de estupro, agressão e de manter uma de suas vítimas em cárcere privado, possui cinco mandados de prisão preventiva em oito processos criminais. Ele foi deportado de Abu Dhabi, para onde havia fugido após as denúncias.

Escoltado por agentes federais, o acusado desembarcou algemado no Aeroporto de Guarulhos neste sábado e passou a madrugada na Superintendência da Polícia Federal na Lapa, em São Paulo, onde realizou exame de corpo de delito.

Brennand entrou e saiu do fórum nesta manhã em um veículo da Polícia Federal, cobrindo o rosto com um agasalho, e escondendo as algemas com outro. Sua audiência de custódia demorou cerca de uma hora.

“Como a prisão foi decretada em processos em andamento, na audiência de hoje foi analisada apenas a regularidade no cumprimento da prisão e de seus direitos constitucionais e o acusado permanecerá preso”, afirmou o Tribunal de Justiça de São Paulo, em comunicado à imprensa.

A equipe de quatro advogados de defesa do acusado que esteve hoje no fórum não deu detalhes sobre sua situação.

— Vamos dar toda a assistência para o Thiago agora — afirmou o advogado Alexandre Queiroz, após seu cliente deixar o local.

Brennand está agora na unidade 1 do centro de detenção em Pinheiros, afirma a PF, que deixou o caso para a justiça estadual de São Paulo depois que o processo de extradição se encerrou.

As informações são do Globo online.

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