A liberação de mais de 20 mil páginas de documentos relacionados ao bilionário Jeffrey Epstein pela Câmara dos Deputados dos Estados Unidos trouxe novas referências ao então presidente Donald Trump. Entre os materiais, um e-mail de 2018 escrito por Mark Epstein, irmão de Jeffrey, viralizou ao mencionar Trump em uma suposta situação sexual.
Expressão “Bubba” gera dúvidas nas redes sociais
Nas mensagens, Mark afirma que Trump estaria “dando uma mamada em Bubba”, expressão que chamou atenção nas redes. Publicações no X (antigo Twitter) sugeriram que “Bubba” seria o apelido de Bill Clinton — ex-presidente dos EUA e figura associada a Epstein em diversos momentos. A dúvida sobre o significado dominou os debates após a divulgação.
No e-mail, Mark ainda orienta que Epstein perguntasse ao ex-estrategista de Trump, Steve Bannon, se Vladimir Putin teria “fotos de Trump fazendo sexo oral em Bubba”, além de ironizar dizendo: “Você e seu amigo Donnie podem fazer um remake do filme Get Hard”.
Mark Epstein nega referência a Bill Clinton
Questionado pela revista Newsweek, Mark Epstein negou que o e-mail se referisse a Bill Clinton e afirmou que “Bubba” não era o ex-presidente. Ele, porém, não explicou quem seria o indivíduo mencionado nem detalhou o contexto da conversa.
Outras citações a Trump aparecem nos documentos
As páginas divulgadas incluem outras referências a Trump feitas por Epstein. Em diálogos com Ghislaine Maxwell, ele teria se referido ao então presidente como “aquele cachorro que não latiu”. Já em mensagem ao escritor Michael Wolff, Epstein afirmou que Trump “sabia das meninas, pois pediu a Ghislaine que parasse”.
Bannon e Larry Summers também aparecem nas trocas de e-mails
Posteriormente, democratas do Comitê de Supervisão da Câmara revelaram e-mails adicionais que incluem correspondência entre Epstein, Steve Bannon e o ex-secretário do Tesouro Larry Summers, ampliando o debate sobre o alcance das conexões do empresário.
Documentos pertencem ao acervo divulgado pelos legisladores
O material faz parte do conjunto de arquivos tornados públicos na quarta-feira. Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, morreu em 2019 em uma prisão de Nova York, onde aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.






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