Dia Mundial do Orgulho Autista terá ações a favor da inclusão e contra o preconceito  

No dia em que se comemora o Dia Mundial do Orgulho Autista, 18 de junho, a Fundação para Infância e Adolescência (FIA-RJ) promove ações de conscientização sobre a importância da inclusão e educação de pessoas diagnosticadas com algum grau do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Uma cartilha sobre o tema está sendo distribuída gratuitamente a…

No dia em que se comemora o Dia Mundial do Orgulho Autista, 18 de junho, a Fundação para Infância e Adolescência (FIA-RJ) promove ações de conscientização sobre a importância da inclusão e educação de pessoas diagnosticadas com algum grau do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Uma cartilha sobre o tema está sendo distribuída gratuitamente a todos os 92 municípios do estado.

– O Dia Mundial do Orgulho Autista é uma data para lembrar a sociedade sobre as características únicas das pessoas diagnosticadas com algum grau do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para buscar o reconhecimento de que o funcionamento cerebral de algumas pessoas é diferente do que é considerado típico. Assim como para assegurar que as pessoas com autismo não são doentes, mas sim que elas possuem algumas características próprias que lhes trazem desafios e recompensas únicas – reforça Samara Barbosa, gerente do Programa de Atenção a Crianças e Adolescentes com Deficiência da FIA. O programa realiza cerca de mil atendimentos à população com autismo, através de e parcerias com 60 instituições conveniadas.

O objetivo das ações é esclarecer à população sobre o transtorno e reforçar a importância de denunciar casos de discriminação e preconceito praticados contra autistas. Além disso, a cartilha também auxilia as pessoas a identificar os sinais que podem ajudar no diagnóstico. A secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos reforça que denúncias podem ser feitas através do Disque Cidadania e Direitos Humanos 0800 023 4567.

Estima-se que o número de autistas no país possa chegar a 2 milhões.

– Autismo não é doença, e sim um jeito diferente de enxergar a vida. Precisamos entender que quanto mais cedo o diagnóstico, mais cedo será oferecido os tratamentos e acompanhamentos necessários para que essa pessoa seja completamente inserida e incluída na sociedade. A LBI (Lei Brasileira de Inclusão), está aí para garantir que todos os direitos sejam respeitados. Nosso trabalho é garantir o pleno exercício da Lei – destaca Jô Tavares, superintendente da Pessoa com Deficiência.

Com informações de O Globo.

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