Jair Bolsonaro manda na Polícia Federal e exerce influência aberta e direta sobre a instituição. Foi fazendo esta razão que Sérgio Moro teria rompido com Bolsonaro e deixado o governo. Sérgio Moro voltou aos braços de Bolsonaro e agora o apoia novamente. Sérgio Moro foi o autor de uma mega fake news às vésperas da eleição de 2018 para ajudar a eleger Bolsonaro, sua missão: a divulgaçao de um depoimento fajuto, que nem a Justiça considerava verdadeiro, de Antônio Palocci acusando Lula.
Pois a história se repete.
Bolsonaro obrigou a PF que ele comanda ilegalmente a reabrir o caso da facada em Juiz de Fora e voltar a interrogar o suposto autor, Adélio, já considerado psiquicamente incapaz pela própria justiça, e de ter agido sozinho, sem qualquer influência de terceiros.
Trata-se de um golpe desesperado de quem sabe que vai perder a eleição e tenta criar um fato político de última hora.
Veja o texto do Brasil 247:
O episódio da suposta facada em Jair Bolsonaro, que teve papel decisivo na disputa presidencial de 2018, ganhou novos contornos na reta final do segundo turno. Pressionada por integrantes do governo, a Polícia Federal (PF) decidiu reabrir o inquérito sobre o caso e solicitar um novo depoimento de Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque, que está preso no Presídio Federal de Campo Grande (MS). Em dois inquéritos anteriores, a PF concluiu que Adélio agiu sozinho e descartou ligações políticas ou partidárias no atentado.
Segundo reportagem do Broadcast Político, do Estadão Conteúdo, a informação sobre a reabertura do inquérito “foi confirmada por fontes da PF e integrantes do governo”. “Procurada, a PF disse que ‘não se manifesta sobre eventuais investigações em andamento’”, ressalta a reportagem. “Ainda assim, o atual responsável pelo caso, o delegado Martín Bottaro Purper, da Diretoria de Inteligência Policial, que assumiu o caso no início do ano, argumenta a necessidade de identificar eventuais mandantes ou financiadores do atentado”.
Ainda segundo a reportagem, fontes da PF afirmam que existe uma “grande pressão” pela reabertura do inquérito e que “não há certeza ainda sobre um eventual novo interrogatório de Bispo até o segundo turno da eleição”.
A tentativa de vincular o suposto atentado de Juiz de Fora (MG) à esquerda vem sendo feita por Bolsonaro e seus aliados desde o ocorrido, em 6 de setembro de 2018. Jair Bolsonaro vem sendo acusado de tentar interferir politicamente na PF desde o início do mandato, o que levou o Supremo Tribunal Federal (STF) a abrir uma investigação para apurar as denúncias. A relatoria do caso está sob os cuidados do ministro Alexandre de Moraes.





