Apesar de o PSol estar próximo de selar o apoio à candidatura do ex-presidente Lula, deputados federais resistem a possível formação de uma base aliada no Congresso Nacional em um eventual governo Lula. É o que informa a Folha de São Paulo.
O apoio formal do PSol deve ser anunciado em reunião do partido prevista para este sábado, 30. Entretanto, os deputados Glauber Braga e Sâmia Bomfim trabalham para estabelecer desde já que a sigla não integre um governo Lula nem a base aliada.
Além disso, a deputada federal Talíria Petrone, que comanda uma das alas mais fortes do PSol, indicou nos bastidores que avalia apoiar moção contrária à participação em um eventual governo petista devido à presença de Geraldo Alckmin na chapa de Lula.
De outro lado, Guilherme Boulos e Juliano Medeiros “articulam para que seja formalizada uma aliança sem qualquer restrição”, informa o jornal.
Em discussões com o PSol, o PT incluiu no plano de governo de Lula a proposta de revogar a reforma trabalhista de Michel Temer, um ponto de consenso interno no primeiro partido.
Presidente nacional do PSol, Medeiros afirma que a prioridade da reunião de sábado é, mesmo com diferenças, a legenda seguir unida.
“Como partido democrático, cada dirigente, parlamentar e militante pode defender suas posições. Agora é hora de tomar uma definição e marchar unidos, independente de diferenças pontuais. O PSOL dará sua contribuição para livrar o Brasil de Bolsonaro”, afirma.






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