O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) morreu neste sábado (4), aos 67 anos, no Recife. A informação foi confirmada pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, esposa do parlamentar. Ele estava afastado das atividades na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para tratamento de um câncer.
Em reconhecimento à trajetória política do deputado, o governo de Pernambuco decretou luto oficial de três dias. Durante o período de licença, a cadeira de Waldemar na Alepe vinha sendo ocupada pelo suplente Cayo Albino (PSB).
O velório será realizado neste domingo (5), das 8h às 13h, na sede da Assembleia Legislativa de Pernambuco, no centro do Recife. Em seguida, o corpo será sepultado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista.
Trajetória política
Waldemar Borges iniciou a carreira política como vereador do Recife, cargo para o qual foi eleito em quatro mandatos consecutivos, entre 1988 e 2000. No biênio de 2003 a 2004, presidiu a Câmara Municipal da capital pernambucana.
Ao longo da trajetória, também ocupou cargos nos governos estadual e municipal. Atuou nas gestões de Miguel Arraes, como secretário-adjunto de Trabalho e, posteriormente, secretário de Projetos Especiais. Na Prefeitura do Recife, comandou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e presidiu a Empresa Municipal de Informática (Emprel).
Eleito deputado estadual pela primeira vez em 2010, foi reconduzido ao cargo por mais três mandatos consecutivos. Na Alepe, liderou as bancadas dos governos Eduardo Campos, João Lyra Neto e Paulo Câmara, além de presidir comissões permanentes da Casa.
Homenagens
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), lamentou a morte do parlamentar e destacou a convivência dos dois durante o período em que atuaram juntos na Assembleia Legislativa.
Em nota, a governadora prestou solidariedade à ministra Luciana Santos, aos familiares e amigos de Waldemar Borges, ressaltando a contribuição do deputado para a política pernambucana ao longo de décadas de vida pública.






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