Em meio à pandemia, com o avanço do número de infectados e de mortes, o Brasil vive novamente uma crise no comando do Ministério da Saúde. A razão é a mesma que levou Henrique Mandetta a deixar a Pasta: as interferências ilógicas e estúpidas de Bolsonaro em desafio à ciência. Segundo a coluna Radar, de Veja, Nelson Teich já estaria disposto a abandonar o barco, em função de conflitos recorrentes com o presidente. Seu substituto seria o general Eduardo Pazuello, o número dois atualmente no Ministério.
Leia a nota :
Ciente de que Nelson Teich está no limite e pode se demitir do governo por não concordar com a glorificação da cloroquina, Jair Bolsonaro decidiu mostrar ao subordinado que não depende dele para tocar seu programa no Ministério da Saúde.
Bolsonaro, é notório, não gosta de se sentir desafiado por seus auxiliares e encara como afronta quando um deles — que o diga Mandetta e Sergio Moro – revela ter limites ao receber pedidos espinhosos do chefe.
É o caso de Teich. Ele nem chegou direito ao governo e já enfrenta o processo de despedida vivenciado por Mandetta. Nesta semana, o presidente, irritado com a decisão de Teich de não defender a glorificação da cloroquina, chamou o general Eduardo Pazuello, número dois da Saúde, e perguntou se ele aceitaria o cargo, caso Teich saísse. Pazuello aceitou.






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