A mansão em que Galvão Bueno mora atualmente, em Londrina (PR), corre risco de ser tomada judicialmente e usada para pagar uma dívida do narrador com um fundo de investimentos. A última movimentação do processo, iniciado em 2018 pelo Fundo de Investimentos NPL Brasil l, foi a avaliação do imóvel do narrador. O laudo com os valores ainda não foi divulgado.
As informações são do UOL.
Leticia Galvão Bueno, filha do jornalista, afirmou não se tratar de uma vistoria para penhora. Ela afirma que o imóvel foi dado como garantia dentro do processo e as avaliações são “ritos processuais comuns” em casos assim.
A dívida seria de R$ 20 milhões, mas a familia do jornalista nega. A mansão em questão fica em um condomínio fechado com campo de golfe em Londrina e é onde o narrador vive atualmente com sua esposa, Desirée Soares, também citada no processo.
A defesa de Galvão já havia questionado as qualidades do avaliador. Nos autos, alega que “o valor dos honorários seria excessivo, e que o perito não teria as qualificações exigidas para a avaliação”. O magistrado Abelar Baptista Pereira Filho, da 6ª Vara Cível de Londrina, entendeu que o profissional estaria apto para o trabalho, rejeitando as impugnações da defesa.
Até o momento, os quatro processos contra o locutor que tramitam na cidade de Londrina são públicos. A filha do jornalista afirmou ao UOL que a família entrará com pedido de segredo de Justiça. O fundo de investimentos não quis se posicionar sobre esse assunto.
A dívida é de 2018, quando Galvão Bueno ficou inadimplente com o Banco do Brasil. A NPL Brasil l comprou a dívida, e o narrador passou a dever para o fundo de investimentos. Em sua versão, a filha de Galvão explica que o processo se trata de uma negociação empresarial com a instituição financeira. “Os procuradores de Galvão Bueno sempre estiveram dispostos a negociações e inclusive já estavam em termos finais com a instituição financeira original até que o processo foi adquirido pelo fundo”, explica.





