O corpo do Papa foi sepultado na manhã deste sábado (26) na Igreja de Santa Maria Maior, em Roma, após um cortejo de aproximadamente 30 minutos desde a Praça de São Pedro, no Vaticano, embalado som de sinos e aplausos da multidão que se aglomerou pelas ruas da Cidade Eterna. Segundo o Vaticano, cerca de 250 mil pessoas acompanharam a missa de despedida, celebrada ao ar livre na praça e em seus arredores, reunindo também 50 líderes mundiais.
A Igreja Católica prepara-se agora para o Conclave, na Capela Sistina, no Vaticano, que escolherá o sucessor do Pontífice. Ainda não há data definida para seu início.
O caixão, após a missa solene, foi levado de volta à Basílica de São Pedro, onde passou por novos ritos privados. Em seguida, o corpo foi transladado até a igreja romana, uma das quatro basílicas papais e local de especial devoção para o pontífice, para o sepultamento definitivo.
De acordo com informações do UOL, o funeral seguiu protocolos tradicionais. O caixão do Papa foi envolvido em três camadas: o primeiro de cipreste, o segundo de zinco e o terceiro de carvalho. No interior, foram depositados elementos simbólicos como moedas cunhadas durante seu pontificado e uma cópia de seu testamento espiritual. Após o fechamento do caixão de zinco, a estrutura foi soldada e lacrada.
O sepultamento seguiu o costume de posicionar o caixão dentro de uma tumba lacrada por uma lápide de mármore, semelhante ao que foi feito com seus antecessores. A inscrição no túmulo destacará o nome papal, a data de nascimento, de morte e o tempo de pontificado.
Ao longo dos últimos dias, mais de 200 mil pessoas passaram pela Basílica de São Pedro para prestar homenagens ao Papa. A cerimônia de hoje, marcada por grande emoção e respeito, encerrou uma série de ritos fúnebres que reafirmaram a importância histórica do pontífice para a Igreja Católica e para o cenário global.





