Comitê com três níveis de governo centralizará ações de combate aos efeitos da chuva; ministro assegura liberação imediata de verbas

A reunião de emergência contou com a presença do governador Cláudio Castro, do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco; do ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; e do ministro substituto do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome…

Representantes do Governo Federal, do Governo do Estado do Rio e das prefeituras formaram um comitê para agilizar as medidas de combate aos efeitos das chuvas que castigaram sobretudo a Região Metropolitana neste último fim de semana. O comitê terá dois escritórios: um no Palácio Guanabara e outro na Baixada Fluminense. Dessa forma, será mais fácil centralizar os pedidos dos prefeitos e atender as demandas de acordo com a disponibilidade de recursos estaduais e federais.

A reunião de emergência contou com a presença do governador Cláudio Castro, do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco; do ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; e do ministro substituto do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) substituto, Osmar Almeida Júnior.

A ajuda humanitária para a população desabrigada também terá ações coordenadas pelo gabinete. Segundo o ministro Waldez Góes, os recursos serão liberados imediatamente. As intervenções no Rio Acari e no Rio Botas, que transbordaram e aumentaram os efeitos da tragédia, estão na lista do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), informou o ministro.

Waldez Góes afirmou que o orçamento para as obras existe, mas os prefeitos precisam mandar os ofícios para o governo federal para que exista um contato para a liberação das verbas.

“Trabalhamos na transversalidade neste momento de desastre que atingiu mais de 23 municípios do Rio. Ouvimos os prefeitos, já vínhamos falando, e estamos concluindo hoje o mapeamento dos locais afetados. Doze municípios já entraram no sistema pedindo a ajuda emergencial. E estão incluídos imediatamente. Vamos liberar os recursos imediatamente”, afirmou o ministro.

O encontro também contou com a presença de prefeitos de cidades atingidas pelas fortes chuvas.

“O Rio Iguaçu é o nosso maior problema. Os outros rios dependem dele. A enxurrada vem de lá e o rio deve estar sem dragagem há muitos anos”, afirmou Waguinho, prefeito de Belford Roxo.

Com informações do g1

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