Com provas da PF enviadas pelo ministério da Justiça, Alemanha liberta brasileiras presas injustamente por tráfico

A advogada e as famílias das brasileiras que haviam sido presas injustamente na Alemanha por terem suas malas trocadas por traficantes no aeroporto de Guarulhos celebraram a libertação das duas jovens, ontem. Luna Provázio comentou que o feito é “um marco histórico na Justiça alemã”. Kátyna Baía e Jeanne Paolini ficaram presas mais de u…

A advogada e as famílias das brasileiras que haviam sido presas injustamente na Alemanha por terem suas malas trocadas por traficantes no aeroporto de Guarulhos celebraram a libertação das duas jovens, ontem.

Luna Provázio comentou que o feito é “um marco histórico na Justiça alemã”. Kátyna Baía e Jeanne Paolini ficaram presas mais de u m mês na Alemanha. 

— Nós estamos prestando todo suporte para as duas, tanto no aspecto emocional quanto no jurídico, acompanhando os desdobramentos do processo judicial aqui na Alemanha. Inclusive gostaria de ressaltar que foi um marco histórico aqui na justiça alemã. O Ministério Público alemão solicitou a soltura das duas de imediato, encaminhando o pedido direto ao presídio — disse a advogada.

— Isso é algo que não tem precedentes aqui na história do país. Estamos felizes que conseguimos comprovar inocência das duas, fazer justiça e [vamos poder] levar elas para o Brasil em segurança — concluiu Luna.

As duas brasileiras só foram libertadas porque a PF investigou o caso no país e comprovou rapidamente o esquema criminoso que envolvia funcionários do aeroporto de Guarulhos. 

Depois disso, o ministério da Justiça entrou em contato com o Judiciário alemão e enviou todas as provas de que elas foram vítimas dos traficantes e eram inocente.

A advogada disse que o Consulado Geral do Brasil em Frankfurt  tem prestado toda a assistência para elas durante todo esse tempo em que as brasileiras estiveram presas na cidade. 

O Consulado afirma ter realizado visitas consulares às nacionais no presídio, além de ter conduzido gestões junto às autoridades carcerárias e judiciárias locais para acompanhar o trâmite legal.

“Poder falar sobre a liberdade de Kátyna e Jeanne é algo que sonhamos por todos esses dias! Foram muitas noites sem dormir direito! Hoje nossa fala é de gratidão, a justiça foi feita e estamos felizes demais por isso!”, escreveu a advogada.

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