Ronald Nogueira
Alessandro Molon (PSB) desistiu de concorrer a qualquer cargo eletivo nas eleições deste ano e seguirá na iniciativa privada. O nome dele foi ventilado para o Senado, ou mesmo para ocupar a suplência de Pedro Paulo (PSD). Molon, no entanto, refutou a possibilidade de ser candidato, até mesmo, à Câmara, onde teria uma eleição tranquila e poderia puxar outros nomes do PSB para o Congresso.
A presidência do diretório fluminense do PSB, aliás, segue com Comte Bittencourt – o que mostra o distanciamento de Molon neste momento.
Desta forma, o PSB fluminense sonha se manter vivo na Câmara e na Alerj através de algumas apostas caseiras. A meta, claramente, é não deixar de eleger ao menos um nome – o que pode chegar a três, de acordo com as projeções da legenda.
Chico Rubens Paiva, neto do político morto pela ditadura, é visto como um dos potenciais puxadores de votos ao Congresso. Na legenda, espera-se que Rubens Paiva consiga algo em torno de 40 mil votos, o suficiente para, quem sabe, ser o único representante do PSB do Rio. O sonho, é claro, é impulsionado pelo sucesso do filme Ainda Estou Aqui, estrelado por Fernanda Torres.
Mas, outros nomes também são vistos como potenciais candidatos à Câmara, como o auditor da Receita fiscal Paulo Angelito, o professor de direito constitucional e youtuber José Fernandes, além da pesquisadora Tatiana Roque.
Para a Alerj, o partido que já conta com Carlos Minc e Jari Oliveira como deputados estaduais, sonha ter até quatro nomes no ano que vem.
O professor Renato Pelizzari, Wesley Teixeira, Doutor Marcos Paulo e Wagner Tavares são vistos como nomes com potencial para entrar na briga por esses postos.






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