Cláudio Castro confirma que indicação de Thiago Pampolha é de sua cota pessoal e afirma que o MDB só tem uma secretaria: a de Esporte

RICARDO BRUNO O governador Cláudio Castro jogou um balde água fria no movimento de alguns deputados estaduais visando pressioná-lo a retirar o vice Thiago Pampolha da secretária do Ambiente, sob a alegação de um suposto super empoderamento do MDB na estrutura governamental. Pampolha anunciou, semana passada, a decisão de trocar o União Brasil pelo MDB,…

RICARDO BRUNO

O governador Cláudio Castro jogou um balde água fria no movimento de alguns deputados estaduais visando pressioná-lo a retirar o vice Thiago Pampolha da secretária do Ambiente, sob a alegação de um suposto super empoderamento do MDB na estrutura governamental. Pampolha anunciou, semana passada, a decisão de trocar o União Brasil pelo MDB, que passaria a comandar três pastas: Ambiente, Transporte e Esporte.

Em conversa com a Agenda do Poder, neste domingo, Castro confirmou a informação de que a indicação do vice para o Ambiente é de sua cota pessoal. O governador disse ainda que a nomeação de Washington Reis na secretaria de Transporte também não obedeceu a critérios partidários de participação no governo; foi escolha exclusivamente dele, sem qualquer outra interferência, após a justiça ter impedido o ex-prefeito de Duque de Caxias de ser o vice de sua chapa.

– É profundamente injusto dizer que o MDB tem três secretarias. A única pasta do partido é a do Esporte – acrescentou.

Cláudio Castro corrigiu informação publicada pela Agenda do Poder, de que a maior parte das secretarias foi preenchida a partir da divisão de espaços entre os partidos. Disse que a maioria dos nomes do primeiro escalão foi escolha dele, mesmo em casos quando a indicação recaiu sobre políticos. Além de Thiago Pampolha e Washington Reis, citou outros nomes com vinculação partidária como escolhas de sua cota pessoal: Vinicius Farah (secretário de Desenvolvimento Econômico); Alexandre Izquierdo (Juventude e Idoso) e Hugo Leal (Energia e Economia do Mar).

O governador lembrou ainda que os nomes técnicos do primeiro escalão também foram escolhidos, sem interferência de partidos, por critérios pessoais de confiança e competência. Citou nominalmente os comandantes da Polícia Militar, Cel. Luiz Henrique; do Corpo de Bombeiros, Cel. Leandro Monteiro; o secretário de Transformação Digital, Mauro Farias; o secretário Chefe de Gabinete, Rodrigo Abel ; e o secretário Chefe da Casa Civil, Nicola Miccione.

Castro disse também que não procede a informação de que a maior fração dos cargos da máquina foi ocupada por indicação partidária.

– Se você verificar caso a caso vai constatar que a maioria esmagadora foi escolha pessoal minha, por critérios de confiança e competência – enfatizou.

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