Bolsonaro quis encontrar agentes da PF que seu amigo Jefferson tentou matar, mas eles recusaram o convite 

Jair Bolsonaro tentou armar um circo com os policiais federais que o seu amigo Roberto Jefferson tentou matar a tiros de fuzil, mas os agentes não aceitaram participar da farsa por meio da qual o presidente da República queria melhorar sua imagem, arranhada pelo atentado cometido por seu amigo. Veja a nota do Metrópoles. O…

Jair Bolsonaro tentou armar um circo com os policiais federais que o seu amigo Roberto Jefferson tentou matar a tiros de fuzil, mas os agentes não aceitaram participar da farsa por meio da qual o presidente da República queria melhorar sua imagem, arranhada pelo atentado cometido por seu amigo.

Veja a nota do Metrópoles.

O delegado da Polícia Federal Marcelo Villela e a agente Karina de Oliveira, atingios por tiros de fuzil pelo ex-deputado bolsonarista e ex-presidente do PTB Roberto Jefferson ao tentarem cumprir um mandado de prisão contra ele expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, se recusaram a participar de um encontro com Jair Bolsonaro (PL). 

A informação é da coluna do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles. 

O ataque do ex-parlamentar contra os agentes da PF aconteceu no domingo (24), no município de Comendador Levy Gasparian, no Rio de Janeiro. Jefferson disparou mais de 50 tiros de fuzil e arremessou três granadas contra os policiais. 

“A agente Karina de Oliveira teve ferimentos no rosto e na coxa e ficou com estilhaços de granada no quadril, segundo a perícia da PF. O delegado Marcelo Villela foi ferido na cabeça e disse, em seu depoimento, que um exame de Raio X constatou que ficou com dois fragmentos, possivelmente de vidro, em seu crânio”, destaca a reportagem.

Horas após o ataque contra os agentes, Bolsonarogravou um vídeo tentando se descolar do aliado, no qual se limitou a dizer que “o tratamento dispensado a quem atira em policial é o de bandido. Presto minha solidariedade aos policiais feridos no episódio”. 

Bolsonaro também despachou o ministro da Justiça, Anderson Torres, para acompanhar o caso, o que gerou revolta entre os integrantes da corporação em função do tratamento dispensado em favor do bolsonarista. 

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