O policial penal Jorge Guaranho enfrentará o júri popular em 4 de abril, na cidade de Foz do Iguaçu, pelo assassinato de Marcelo Arruda, servidor público filiado ao PT. Arruda foi morto a tiros durante sua festa de aniversário de 50 anos, em um episódio que chocou o país e levantou debates sobre a violência política.
O crime ocorreu quando Guaranho invadiu o local da celebração após descobrir que o tema da festa era o presidente Lula, do PT. Armado e sem conhecer a vítima, Guaranho confrontou Arruda, que atuava como tesoureiro do partido na região. A discussão escalou para violência física, resultando em tiros que tiraram a vida de Arruda.
O crime, ocorrido em 10 de julho de 2022, teve grande repercussão nacional. Guaranho está detido no complexo médico-penal de Pinhais, aguardando julgamento. O júri estava inicialmente marcado para 7 de dezembro, mas foi adiado devido a solicitações da defesa do réu, que pediu mais tempo para apresentar provas.
Guaranho enfrenta acusação de homicídio doloso duplamente qualificado, conforme denúncia do Ministério Público do Paraná.
Com informações do Diário do Centro Mundo





