Barroso se reúne com presidentes da CUT, da Força Sindical e da UGT e diz que ‘sindicato forte significa democracia forte’

Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), esteve reunido nesta sexta-feira (6), em São Paulo, com os presidentes das centrais sindicais CUT, Sérgio Nobre, Força Sindical, Miguel Torres, e UGT, Ricardo Patah. O encontro, que durou cerca de 1h30, ocorreu em uma sala do aeroporto de Congonhas reservada para autoridades e foi proposto pelo…

Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), esteve reunido nesta sexta-feira (6), em São Paulo, com os presidentes das centrais sindicais CUT, Sérgio Nobre, Força Sindical, Miguel Torres, e UGT, Ricardo Patah. O encontro, que durou cerca de 1h30, ocorreu em uma sala do aeroporto de Congonhas reservada para autoridades e foi proposto pelo ministro.

Barroso tem procurado se aproximar da sociedade civil neste início de gestão à frente da corte, e em um momento em que o STF sofre pressões variadas vindas do Congresso.

Na conversa, segundo informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, Barroso afirmou que ter um sindicalismo forte no Brasil significa ter democracia forte. Ele reconheceu que entidades de trabalhadores se modernizaram nos últimos anos e pediu que esse processo continue. Acrescentou que não acha saudável, por exemplo, quando dirigentes sindicais se eternizam em seus cargos.

O ministro admitiu também que os sindicatos devem ter uma forma de se financiar, mas não sugeriu qual seria. Garantiu ainda que em sua gestão à frente do Supremo os representantes dos trabalhadores serão sempre ouvidos.

Os três líderes sindicais, cujas entidades representam mais de 40 milhões de trabalhadores, defenderam a ação que corre no STF de revisão da correção do FGTS. Barroso não se manifestou.

Também elogiaram a decisão recente da corte que considerou legal a contribuição assistencial e se disseram preocupados com sua possível reversão pelo Congresso.

Barroso disse ainda ver com bons olhos um acordo entre empresas e trabalhadores de aplicativos, por favorecer o princípio do negociado sobre o legislado.

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