Atriz, que está na Indonésia, faz apelo por resgate de brasileira

Desaparecimento de Juliana Marins na Indonésia mobiliza celebridades brasileiras e gera apelo ao Itamaraty por resgate urgente; trilha no Monte Rinjani revela falhas graves na condução da excursão

O desaparecimento da brasileira Juliana Marins, durante uma trilha no vulcão Monte Rinjani, na Indonésia, provocou uma onda de comoção nas redes sociais e gerou apelos dramáticos por parte de celebridades brasileiras. A atriz Tainá Müller, que está no país asiático, fez um apelo emocionado nas redes: “É uma corrida contra o tempo. A Juliana está sozinha em uma área de muito difícil acesso, sem água e sem comida”, disse a artista, alertando para a gravidade da situação.

Segundo relatos, Juliana, natural de Niterói (RJ), desapareceu após escorregar em um trecho da trilha. A jovem teria sentido fadiga e parado para descansar, momento em que o guia local, Ali Mustafa, seguiu com o grupo para o topo da montanha. Quando retornou, Juliana já não estava mais lá. Informações da imprensa indonésia apontam que o guia conseguiu avistar apenas a lanterna da jovem, a cerca de 200 metros de profundidade em um penhasco.

A família de Juliana foi avisada do acidente por turistas espanhóis que estavam no local e, ao encontrarem o perfil da brasileira nas redes sociais, conseguiram alertar contatos no Brasil. Desde então, amigos, parentes e uma rede de apoio mobilizam esforços pelo resgate. Famosos como Tatá Werneck, Eliana, Babu Santana, Douglas Silva e Yuri Marçal também se pronunciaram publicamente. Marçal afirmou: “Juliana é minha amiga, uma pessoa incrível… não podemos aceitar que uma brasileira desapareça em outro país e fique por isso mesmo.”

As buscas, que chegaram a ser interrompidas devido às condições climáticas e altitude elevada, foram retomadas nesta segunda-feira (hora local). No entanto, a família denuncia falta de agilidade e negligência, destacando que Juliana está há dias sem água, comida ou agasalho, em um dos pontos mais inóspitos do arquipélago asiático.

A situação reforça a urgência de medidas do governo brasileiro e o papel do Itamaraty em missões internacionais de resgate. Enquanto isso, cresce a mobilização digital por visibilidade e apoio à operação de salvamento.

O caso é uma trágica lembrança dos riscos de aventuras em regiões remotas e da importância de fiscalizar agências de turismo locais. O Brasil aguarda respostas — e a volta segura de Juliana.

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