Ataques no Rio: milicianos ofereceram R$ 500 para cada ônibus incendiado na Zona Oeste

A série de ataques que levou a 35 ônibus incendiados na segunda-feira (25) contou com incentivo financeiro. Os milicianos que ordenaram a destruição dos veículos ofereceram R$ 500 por cada ônibus incendiado. Segundo o g1, a orientação era filmar a ação para que quantia fosse paga. Esse foi o maior número de ônibus queimados no Rio…

A série de ataques que levou a 35 ônibus incendiados na segunda-feira (25) contou com incentivo financeiro. Os milicianos que ordenaram a destruição dos veículos ofereceram R$ 500 por cada ônibus incendiado. Segundo o g1, a orientação era filmar a ação para que quantia fosse paga.

Esse foi o maior número de ônibus queimados no Rio em um só dia.

O caos na Zona Oeste foi provocado pela morte do miliciano Matheus da Silva Rezende, de 24 anos, sobrinho de Antônio da Silva Braga, o Zinho. Matheus também era conhecido como Teteu e Faustão.

Os ataques também teriam como objetivo garantir a fuga do miliciano Luís Antônio Da Silva Braga, o Zinho, que estaria na região.

Nesta quarta, policiais militares do 31° BPM (Recreio dos Bandeirantes) prenderam mais um suspeito de participar dos ataques. Wellington Silva Mendes de Mesquita, de 40 anos, seria o homem que aparece em um vídeo incendiando um ônibus durante a série de ataques da milícia controlada por Zinho.

De acordo com as investigações, Wellington aparece nas imagens de blusa preta.

O suspeito foi localizado e preso na favela César Maia, em Vargem Pequena, também na Zona Oeste. Ele foi levado para a 42ª DP (Recreio), onde ficará à disposição da Polícia Civil para as investigações.

Com informações do g1

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